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    Dicas para poupar tempo ao fazer buscas na web

    Postado por Brasildownloads em 17 de setembro de 2008
    Esqueça a biblioteca de Alexandria. A Internet é, sem dúvida, a maior fonte de informações da história. Entretanto, encontrar informação útil nesta caótica e quase infinita estrutura pode ser bastante complicado. Confira dez dicas para não perder tempo e aperfeiçoar suas buscas na rede.

    1- Tenha claro o que procura
    Estar focado no que se busca é básico para que não se perca tempo. Mas se existe algo que inclina à divagação e à dispersão é a busca na Internet. Quando estamos procurando, às vezes encontramos coisas que não eram exatamente nosso objetivo, mas que se tornam interessantes. Então, vamos olhar, e acabamos perdendo o caminho. Portanto, ao iniciar uma busca, tenha um objetivo bem definido em mente. Por exemplo, saber “qual o nome dos sete anões da Branca de Neve em espanhol” - e evite perder tempo averiguando quem dubla cada um dos personagens, o ano do filme da Disney, quantas vezes foram exibidas, e assim por diante.

    2- Escolha a ferramenta adequada
    “Ora, o Google”, dirão alguns. Mas ainda que este seja o buscador mais popular, a informação flui por diferentes caminhos. Não se restrinja ao site campeão: outros meios podem ser fóruns, blogs, sites especializados ou até mesmo seus contatos no messenger. Às vezes, o que se procura está a um contato de distância. Preste atenção também a outros mecanismos de buscas - sim, eles existem.

    3- Aprenda a usar a ferramenta
    Ao escolher um buscador, antes de qualquer coisa vale a pensa investir um pouco de tempo para saber exatamente como ele funciona. Se for melhor realizar a busca usando os termos entre aspas, se usa os operadores lógicos “and”, “or” e outros, ou se realiza buscas contextuais em páginas concretas. Todo o tempo gasto em conhecer a ferramenta é tempo que será economizado ao conseguir utilizá-la com objetividade.

    4- Seja claro e objetivo
    Ainda que os mecanismos de buscas vão sendo otimizados para entender a maneira de pensar humana, os humanos também podem conhecer a maneira de raciocinar de uma ferramenta de busca. Por exemplo, para fazer uma busca de várias palavras, é conveniente pensar não apenas em como se procura, mas também em como o programa que gerencia as buscas vai entender o pedido que se faz. Por exemplo, em vez de procurar por “amor e poesia”, frase que tem um “e” que muitas vezes é ignorado pelos buscadores, é melhor buscar “poesia amor” - mais facilmente o programa entenderá que são duas palavras-chave a considerar em seus parâmetros de busca.

    5 - Aprenda a diferenciar à primeira vista
    Ao fazer uma busca, é bom conseguir determinar de cara se os resultados têm algo a ver o que se quer encontrar. Basta olhar as primeiras palavras de cada resultado para saber se foi encontrada informação útil ou simplesmente sites que pouco têm a ver com o que se precisa encontrar. Perca alguns segundos analisando as primeiras linhas dos resultados. Você saberá se está na pista certa.

    6- Use inglês, dicionários e tradutores
    Outras línguas, como espanhol ou português, podem até estar ganhando mais espaço na Internet, mas a realidade é que a imensa maioria das páginas está - ou oferece versão - em inglês. Portanto, se você não encontra em português o que procura, experimente traduzir as palavras-chave para o inglês e fazer nova busca. Se precisar, utilize dicionários ou mesmo os tradutores online para investigar páginas que pareçam interessantes.

    7- Aprenda a buscar indiretamente
    A busca indireta dá resultados ótimos quando parece ser impossível encontrar aquilo que se busca. Trata-se de não atacar diretamente o tema que procuramos, mas buscar algo relacionado com ele. Por exemplo, procurar a letra de uma canção de Elvis Presley da qual não se lembra o nome. Se não se encontra nada a partir de “Elvis Presley”, pode-se experimentar usar um pedaço da letra do qual se recorde (como “kiss me my darling”). Entre os primeiros resultado certamente estará à letra de “It’s now or never”. Isso é aplicável a uma grande variedade de temas, e é especialmente útil quando o tema principal da busca é muito amplo ou quando, por exemplo, buscamos o nome de uma pessoa, já que pode haver muito mais gente com tal nome do que se imagina.

    8- Imagens
    A busca de imagens é especialmente complicada, e para conseguir os melhores resultados, além de usar dicas anteriores (busca indireta, tradução para outras línguas), não use apenas a busca de imagens do Google, por exemplo. Procure também por sites que possam conter as imagens que você quer, e aproveite outros buscadores - inclusive específicos para imagens.

    9- A Wikipédia é amiga
    Se a procura é por um termo popular, é quase certo que já exista na Wikipédia. A enciclopédia global online colaborativa tem informação de qualidade. Não se perde muito tempo em consultá-la, mas pode-se economizar tempo ao encontrar lá o que se procura e, muitas vezes, outras referências sobre o assunto permitem que se tenha mais fontes de informação.

    10- Experiência é a principal aliada
    Na busca via Internet a experiência não é um grau, são 360. À medida que fizer buscas, você aprenderá a discriminar melhor, vai adicionar aos seus sites favoritos outros buscadores especializados, que funcionem melhor para determinados assuntos, e aprenderá também a pensar mais como uma ferramenta de busca, porque as entenderá melhor. Ou seja: busque e aprenda com as buscas que faz. Em pouco tempo você se tornará uma ferramenta indispensável para outras pessoas que não vão precisar de um buscador: elas terão você.

    Dicas e tutorias para o Avira AntiVirus

    Postado por eltonfranca em 29 de agosto de 2008
    O  Avira AntiVirus é um antivírus reconhecido internacionalmente pelos usuários assíduos da web. Depois de fazer sucesso com a versão paga, a qual conquistou 15 milhões de usuários, a Avira GmbH redesenhou o software para uso doméstico, lançando-o gratuitamente para o público. Mesmo na versão gratuita existem alguns incômodos como: Pop-up na atualização e splash screen quando inicia o sistema.

    Para desabilitar a splash screen do Avira Antivirus, quando você inicializa o sistema:

    Para Windows 98/XP:

    Vá a Iniciar -> Executar e digite regedit;

    Depois vá a HKEY_LOCAL_MACHINE -> Software -> Microsoft -> Windows -> CurrentVersion -> Run;

    Após chegar em “run”, do lado direito haverá um painel com alguns valores de seqüência, então procure por “avgnt”;

    Dê um duplo-clique no mesmo. Haverá no valor dessa chave o seguinte caminho com um comando no final:“C:\Arquivos de programas\Avira\AntiVirPersonalEdition Premium\avgnt.exe” /min” (esse caminho é o padrão mas pode variar de acordo com partições e etc.);

    Então mude o “/min” da chave para “/nosplash”;

    Dê OK. Reinicie o computador e entre sem splash screen.

    Para desativar a barra de atualização, fazendo com que atualize silenciosamente:

    Se quiser fazer isso, abra o Avira, vá à aba “Scheduler”, clique com o botão direito sobre “Daily update”, escolha “Edit job”;

    Clique em Avançar, veja se está em Update job -> Avançar -> Avançar, em “Display mode” ponha “Invisible”.

    Dê OK e saia do Avira.

    Conhecendo o McAfee SiteAdvisor

    Postado por eltonfranca em 4 de agosto de 2008
    Navegar na web seguramente tem se tornado cada vez uma tarefa mais complicada. É difícil saber quais os websites que podem ser confiados e quais terão conteúdo malicioso ou fraudulento em suas páginas.

    Um programa feito para facilitar a vida do usuário na classificação dos sites na Internet é o  SiteAdvisor. Trata-se de um plugin gratuito que diz se um site é seguro ou não baseando-se em testes feitos pela equipe responsável pelo plugin, que utiliza ferramentas automatizadas para agilizar grande parte dos testes. O SiteAdvisor diz já ter analisado quase 95% dos sites da web.

    O projeto foi criado em abril de 2005 por um grupo de estudantes do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), mas foi adquirido pela McAfee em abril de 2006, apenas 1 ano depois do seu lançamento, por uma quantia não divulgada.

    O plugin está disponível tanto para Internet Explorer e Firefox desde o início de março. Para quem não pode instalar o plugin ou utiliza um navegador que ainda não é suportado, a página principal do site permite fazer consultas diretas ao banco de dados, apenas digitando-se o endereço de um site.

     

    Utilizar o plugin, sem dúvida, é muito mais prático. Além de pequeno (menos de 500KB quando essa matéria foi escrita), ele exibe ícones no navegador que mostram se o site é seguro ou não. Se o site for inseguro, ele também exibirá um alerta explicando o motivo.

    Geralmente, o acesso ao site permance inalterado, o que significa que você ainda poderá navegar no site mesmo que o SiteAdvisor o considere ruim. Já nos sites onde os testes do SiteAdvisor mostraram a presença de exploits — códigos malicioso que exploram falhas no navegador — o acesso ao site é bloqueado até que você adicione-o na lista “Do Not Warn”, que é basicamente uma lista de sites que o SiteAdvisor não vai checar.

    Além de mostrar informações sobre a segurança do site atual, o programa também é capaz de exibir ícones indicando problemas nos resultados de busca. Sempre que você usar o Google, Yahoo ou MSN, seus resultados de Busca receberão ícones indicando a confiabilidade e segurança dos sites presentes nos resultados — um ótimo recurso para evitar sites ruins.

    O programa é muito simples de usar e não possui muitas configurações. As três opções presentes no menu Settings são “Participate in product improvement program”, que permite que o SiteAdvisor envie informações anônimas aos desenvolvedores para corrigir bugs e incompatibilidades; “Highlight search result links”, que coloca uma cor de fundo nos resultados das buscas para que a classificação dos sites fique mais evidente; e “Show veredict in Safe search”, que habilita a classificação dos resultados de busca.

    Como já foi mencionado anteriormente, na Do Not Warn List podem ser incluídos os sites classificados com inseguros que possuem códigos maliciosos e foram bloqueados, para que os mesmos possam ser acessados livremente. Fazer isso não é recomendado, a não ser que você saiba que o site não possui o código malicioso ou que seu sistema está devidamente protegido contra qualquer exploit.

    Se você acha que algum site foi classificado incorretamente, você pode fazer um registro no website do SiteAdvisor e deixar comentários que serão lidos pela equipe do programa e poderão alterar a classificação do website.

    O programa, por enquanto, está disponível apenas em inglês. Isso não deve ser um grande problema, pois o programa é bem simples de ser usado.

    O plugin para Firefox possui algumas limitações, como o fato de não exibir o balão explicativo no caso do site ser inseguro, nem bloquear acesso aos sites que possuem exploit. Não bloquear os sites não é um grande problema, já que a maioria dos exploits não afetam o Firefox. O plugin para o Firefox possui apenas 40KB, menos de 1/10 do tamanho do plugin completo para o Internet Explorer.

    É importante notar que o SiteAdvisor não é substituto para as chamadas “Barras Anti-Phishing”, que se baseiam em um banco de dados contendo URLs que possuem scams e fraudes. O SiteAdvisor filtra apenas os domínios, então sites fraudulentos hospedados em domínios legítimos receberão uma classificação “Segura”.

    Por outro lado, o SiteAdvisor faz uma análise mais detalhada dos sites da Internet geral, classificando como inseguro diversos sites que promovem não só programas com spyware e adware, mas também programas fraudulentos como aqueles descritos no artigo sobre anti-spywares falsos, além de sites de e-commerce “picaretas”.

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