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    Como fazer o upgrade na memória RAM do seu PC

    Postado por eltonfranca em 29 de setembro de 2007

    Para deixar o computador mais rápido, a atualização com melhor relação custo/benefício, normalmente, é adicionar RAM.

    Computadores que quando foram comprados tinham RAM o suficiente, depois de um tempo passam a ter problemas devido à demanda dos programas mais novos. Sistemas operacionais novos quase sempre pedem mais memória também.

    Quando o computador não possui RAM o bastante, ele é forçado a trocar o sobrefluxo de dados com o HD, o que deixa seu desempenho significativamente mais lento.

    Como saber se é preciso mais RAM?

    Verifique o uso de RAM do computador no Gerenciador de Tarefas do Windows. Pressione Ctrl+Alt+Del (os usuários do Vista precisarão clicar no Gerenciador de Tarefas Iniciar) e clique na aba desempenho. Se o número em ‘Disponível’ (ou ‘Livre’ no Vista) na parte de ‘Memória Física’ estiver próximo do zero, isso significa que é preciso colocar mais RAM.

    Quanta memória RAM é necessária?

    Um usuário de Windows, em média, deve se satisfazer com 1GB de RAM. Nossos testes, que envolvem trabalhos com imagens e uso do Nero Express para gravar CDs, foram executados 1/3 mais rápidos depois que foi feito um upgrade de 512MB para 1GB de RAM.

    Usuários que precisam executar vários aplicativos simultaneamente ou qualquer um que trabalhe regularmente com vídeo digital ou grandes arquivos gráficos, ficarão tranqüilos com pelo menos 2GB. Quem estiver pensando em migrar para o Vista pode continuar com 1GB, mas recomendamos 2GB para uma experiência mais confortável.

    Que tipo de RAM funciona no meu PC?

    A RAM pode vir em diversos tipos, incluindo DDR, DDR2 e DDR3. Quanto mais nova a tecnologia, maior é o desempenho, mas diversas placas-mãe aceitam somente um tipo de RAM.

    Verifique no manual do computador qual tipo de módulos de RAM serão necessários e como eles devem ser instalados. Fornecedores de RAM como a Crucial e a Kingston oferecem práticas ferramentas online para identificar o tipo correto de RAM para muitos computadores e placas-mãe.

    A maior parte dos PCs atualizados usa memória de dois canais, necessárias para se obter desempenho máximo. Assim, pode ser melhor adicionar dois módulo de 512MB em vez de um módulo de 1GB. E novamente, verifique o manual.

    Pagar a mais para adquirir RAM de um fabricante confiável costuma valer a pena.

    O que é preciso para colocar mais RAM?

    Ferramentas: uma pulseira anti-estática para se aterrar. Costuma ser vendida em lojas de informática e custam em torno de 15 reais.

    Documentação: algumas placas-mãe precisam que os pares de módulos sejam colocados em bancos de memória específicos, ou pares de saída de RAM. Consulte a documentação antes de iniciar o upgrade.

    Como instalar a RAM?

    1. Desparafuse o PC e abra o case (estojo). Posicione-o de forma tal que seja possível mexer no interior do case. Quando a CPU é do modelo torre, às vezes fica mais fácil instalar os módulos de RAM se o case estiver deitado. No caso de notebooks, procure pelo painel de acesso no fundo da máquina que está preso por um ou dois parafusos e, cuidadosamente, remova-o.

    2. Aterre-se apropriadamente: assim você protege os circuitos do computador da eletricidade estática. Quem não tiver a pulseira apropriada, pode pelo menos tocar os fios ou a parte exterior da CPU antes de mexer na parte de dentro ou em algum componente.

    3. Verifique a documentação do computador para identificar qual é a RAM apropriada à atualização. Remova qualquer empecilho, como cabos de energia ou painéis plásticos usados para guiar o fluxo de ar até a placa mãe.

    4. Caso seja preciso remover algum módulo existente, aperte as travas de cada lado do encaixe de RAM com cuidado. O módulo deverá se soltar levemente e ficar fácil para remoção.

    5. Pegue os novos módulos de RAM e coloque-os na parte de cima do envelope anti-estático. Sempre segure o módulo pelas pontas; evite tocar os chips ou o circuito nas faces.

    6. Para instalar o módulo, abra as travas em cada lado do encaixe de RAM (basta apertá-las levemente). Alinhe o contato na parte inferior do cartucho de memória com o bump correspondente no encaixe. Tocando a parte superior do módulo, pressione suavemente a peça no encaixe; as travas em cada extremidade devem se levantar e ficarem presas. Puxe cada trava para cima para confirmar que tudo está completamente lacrado.

    Os usuários de notebook devem ficar de frente para o fundo da entrada de memória, tomando cuidado para alinhar o contato no módulo de memória com a chave do encaixe. Cuidadosamente pressione a parte superior do módulo para baixo até que as travas se firmem para segurá-lo.

    7. Remonte o PC, ligue-o e veja a tela, durante o boot, confirmar que o sistema reconhece a nova RAM. Se não reconhecer, tente reiniciar o computador, entre no programa de configuração CMOS pressionando a tecla indicada no lembrete na tela (geralmente F1 ou Del) e verifique se a máquina reconhece a nova memória.

    Se a nova memória não for reconhecida, saia do programa de configuração, desligue o sistema e desconecte o PC, abra o case e recoloque os módulos de RAM.

    Fonte: PC WORLD

    Memorias RAM e ROM

    Postado por eltonfranca em 28 de abril de 2007

    Introdução

    As memórias são as responsáveis pelo armazenamento de dados e instruções em forma de sinais digitais em computadores. Para que o processador possa executar suas tarefas, ele busca na memória todas as informações necessárias ao processamento. Existem 2 tipos de memória, ROM e RAM, cujas características serão mostradas a seguir.

    Memória ROM

    ROM é a sigla para Read Only Memory (memória somente de leitura). Já pelo nome, é possível perceber que esse tipo de memória só permite leitura, ou seja, suas informações são gravadas pelo fabricante uma única vez e após isso não podem ser alteradas ou apagadas, somente acessadas. Em outras palavras, são memórias cujo conteúdo é gravado permanentemente. Existem três tipos básicos de memória ROM: PROM, EPROM e EAROM:

    - PROM (Programmable Read Only Memory) - um dos primeiros tipos de memória ROM, o PROM tem sua gravação feita por aparelhos especiais que trabalham através de uma reação física com elementos elétricos. Os dados gravados na memória PROM não podem ser apagados ou alterados;

    - EPROM (Electrically Programmable Read Only Memory) - esse é um tipo de memória ROM geralmente usado para armazenar a BIOS do computador. A tecnologia EPROM permite a regravação de seu conteúdo através de equipamentos especiais (geralmente encontráveis em estabelecimentos de assistência técnica);

    - EAROM (Electrically Alterable Read Only Memory) - são memórias similares à EPROM. Seu conteúdo pode ser apagado aplicando-se uma voltagem específica aos pinos de programação (daí o nome “electrically alterable - alteração elétrica”);

    Vale frisar que existem outros dispositivos que armazenam informações que não podem ser alteradas. O CD-ROM, por exemplo.

    Um fato importante a ser citado é que, atualmente, usa-se um tipo diferente de memória ROM. Trata-se da FlashROM, um tipo de chip de memória para BIOS de computador que permite que esta seja atualizada através de softwares apropriados. Essa atualização pode ser feita por disquete ou até mesmo pelo sistema operacional. Tudo depende dos recursos que o fabricante da placa-mãe em questão disponibiliza.

    Memória RAM

    RAM é a sigla para Random Access Memory (memória de acesso aleatório). Este tipo de memória permite tanto a leitura como a gravação e regravação de dados. No entanto, assim que elas deixam de ser alimentadas eletricamente, ou seja, quando o usuário desliga o computador, a memória RAM perde todos os seus dados. Existem 2 tipos de memória RAM: estáticas e dinâmicas e as veremos a seguir:

    - DRAM (Dynamic Random Access Memory): são as memórias do tipo dinâmico e geralmente são armazenadas em cápsulas CMOS (Complementary Metal Oxide Semiconductor). Memória desse tipo possuem capacidade alta, isto é, podem comportar grandes quantidades de dados. No entanto, o acesso a essas informações costuma ser mais lento que o acesso à memórias estáticas. As memórias do tipo DRAM costumam ter preços bem menores que as memórias do tipo estático. Isso ocorre porque sua estruturação é menos complexa, ou seja, utiliza uma tecnologia mais simples, porém viável;

    - SRAM (Static Random Access Memory): são memórias do tipo estático. São muito mais rápidas que as memórias DRAM, porém armazenam menos dados e possuem preço elevado se compararmos o custo por MB. As memória SRAM costumam ser usadas em chips de cache.

    Memória EDO

    EDO é a sigla para (Extended Data Out). Trata-se de um tipo de memória que chegou ao mercado no início de 1997 e que possui como característica essencial a capacidade de permitir ao processador acessar um endereço da memória ao mesmo tempo em que esta ainda estava fornecendo dados de uma solicitação anterior. Esse método permite um aumento considerável no desempenho da memória RAM.

    Esse tipo de memória precisava ser usada com pentes em pares. Isso porque os processadores daquela época (Pentium) podiam acessar 64 bits por vez, mas cada pente de memória EDO trabalhava apenas com 32 bits. No caso de processadores 486, esse acesso era feito a 32 bits e assim um único pente poderia ser usado. Memórias EDO usavam o encapsulamento SIMM-72, visto em um tópico mais à frente.

    Memória SDRAM

    À medida em que a velocidade dos processadores aumenta, é necessário aumentar também o desempenho da memória RAM do computador, mas isso não é tão simples. Um solução foi a criação do cache, um tipo de memória SRAM com capacidade de algumas centenas de KB que funciona como uma espécie de intermediária entre a memória RAM e o processador. Porém, apenas isso não é suficiente.

    Na busca de uma memória mais rápida, a indústria colocou no mercado a memória SDRAM (Synchronous Dynamic Random Access Memory), um tipo de memória que permite a leitura ou o armazenamento de dois dados por vez (ao invés de um por vez, como na tecnologia anterior). Além disso, a memória SDRAM opera em freqüências mais altas, variando de 66 MHz a 133 MHz. A memória SDRAM utiliza o encapsulamento DIMM, a ser visto no tópico seguinte.

    Histórico de encapsulamentos

    A seguir, são mostrados os tipos de encapsulamento de memórias mais usados nos PCs:

    - DIP (Dual In Line Package) - esse é um tipo de encapsulamento de memória antigo e que foi utilizado em computadores XT e 286, principalmente como módulos EPROM (que eram soldados na placa). Também foi muito utilizado em dispositivos com circuitos menos sotisticados;

    - SIPP (Single In Line Pin Package) - esse tipo encapsulamento é uma espécie de evolução do DIP. A principal diferença é que esse tipo de memória possui, na verdade, um conjunto de chips DIP que formavam uma placa de memória (mais conhecida como pente de memória). O padrão SIPP foi aplicado em placas-mãe de processadores 286 e 386;

    - SIMM (Single In Line Memory Module) - o encapsulamento SIMM é uma evolução do padrão SIPP. Foi o primeiro tipo a usar um slot (um tipo de conector de encaixe) para sua conexão à placa-mãe. Existiram pentes no padrão SIMM com capacidade de armazenamento de 1 MB a 16 MB. Este tipo foi muito usado nas plataformas 386 e 486 (primeiros modelos).

    Na verdade, houve dois tipos de padrão SIMM: o SIMM-30 e o SIMM-72. O primeiro é o descrito no parágrafo anterior e usava 30 pinos para sua conexão. O segundo é um pouco mais evoluído, pois usa 72 pinos na conexão e armazena mais dados (já que o pente de memória é maior), variando sua capacidade de 4 MB a 64 MB. O SIMM-72 foi muito utilizado em placas-mãe de processadores 486, Pentium e em equivalentes deste;

     - DIMM (Double In Line Memory Module) - esse é o padrão de encapsulamento que surgiu após o tipo SIMM. Muito utilizado em placas-mãe de processadores Pentium II, Pentium III e em alguns modelos de Pentium 4 (e processadores equivalentes de empresas concorrentes), o padrão DIMM é composto por módulos de 168 pinos.

    Os pentes de memória DIMM empregam um recurso chamado ECC (Error Checking and Correction - detecção e correção de erros) e tem capacidades mais altas que o padrão anterior: de 16 a 512 MB. As memórias do tipo SDRAM utilizam o encapsulamento DIMM.

     Memória DDR

    A memória do tipo DDR (Double Data Rate), atinge taxas de transferência de dados de duas vezes o ciclo de clock, podendo chegar a 2,4 GB por segundo na transmissão de dados. A velocidade padrão do barramento DDR é de 200 MHz, mas, por se tratar de uma tecnologia recente, não fique surpreso se estes valores estiverem bem mais altos no momento em que você lê este artigo.Veja mais sobre memórias DDR aqui.

    Fonte: infowester.com

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