Post em destaque: VCD e SVCD : Quais sao as diferencas?
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    Como organizar sua infinita coletania de CDs

    Postado por eltonfranca em 27 de junho de 2008
    Com a evolução tecnológica, saímos dos discos 5 1/4 polegadas, os chamados bolachões, para armazenar nossos programas em Cds. Com isso surgiu outro problema, a imensa pilha de CDs que se formam rapidamente.

    Ora, um CD convencional pode caber até 700 MB de informação, são programas e mais programa, além de planilhas, slides, documentos de textos e outros. As possibilidades são infinitas. Agora imagine que você tenha em casa uma pilha de 30 a 40 CDs com uma grande variedade de programas em cada um deles. Um belo dia você precisa encontrar aquele programa específico. Você tem certeza que tem o programa, mais não se lembra em qual CD está. Escrever o nome dos programas em cada CD é uma tarefa quase impossível, pois o CD é pequeno se comparado a quantidade de programas que cabe no mesmo.

    Todavia, se existisse em seu computador um banco de dados de todos os seus CDs catalogados, você poderia a qualquer tempo consultar esse banco e descobrir em qual CD determinado programa está armazenado. Com essa informação você iria direto para o CD correto, sem voltas nem perda de tempo. Esse banco de dados existe e se chama GAIA.

    O nome GAIA vem de uma lenda mitológica onde se acreditava que no começo era o Caos, depois surgiu Gaia (a Terra) que deu ao Caos (que não tinha limite) um sentido, isto é, o limitou espacialmente, o organizou instalando o chão.

    1. Com o Software GAIA é possível mapear todos os arquivos em discos removíveis, CD-ROM, disquetes e outros. O mapeamento é mostrado em uma árvore como a do Windows Explorer contendo todas as mídias com seus respectivos arquivos e pastas.

    2. O GAIA permite que seja inserida uma descrição para cada arquivo mapeado, um texto longo que pode conter entre outras coisas palavras chave para facilitar a localização do arquivo posteriormente.

    3. Em uma tela de pesquisa é possível pesquisar por arquivos em todas as mídias mapeadas, mesmo que essas não estejam no drive de leitura.

    4. GAIA guarda os dados sobre os arquivos e mídias em um banco de dados, o que facilita a busca.

    Faça o download do GAIA e comece agora mesmo a organizar suas mídias.

    Ripando CDs e DVDs

    Postado por eltonfranca em 22 de outubro de 2007

    Ripar é um ato muito importante para o compartilhamento de arquivos e para que a internet esteja cada dia mais completa.

    “Ripar“, vem do termo “rip”(rasgar) em inglês, e se refere ao processo de copiar o audio ou o vídeo de alguma mídia fisica, como um CD ou DVD, passando esses dados para o mundo digital.

    Este processo, alem de fazer o que foi descrito no primeiro parágrafo, também é muito importante para a recureração de alguns artigos raros, como discos de vinil e fitas VHS, alem de poder compartilhar com o mundo todo dados que poucas pessoas poderiam possuir, como um CD que saiu em edição limitada.

    Alguns links interessantes para Ripar seus CDs e DVDs:

    Ripadores de Áudio - Página do Brasildownloads com programas para Ripar audio.

    Ripadores de Vídeo - Página do Brasildownloads com programas para Ripar vídeo.

    E dois tutoriais muito bons do Baboo, o primeiro de como ripar um dvd, o segundo de como ripar um cd. Vale a pena conferir:

    Tutorial 1. , Tutorial 2.

    Tipos de DVD - Qual devo escolher?

    Postado por eltonfranca em 28 de abril de 2007
    Ao comprar um gravador de DVD ou mídias de DVD para gravação, muita gente fica confusa com tanta variedade: DVD-RAM, DVD-ROM, DVD-R, DVD+R, DVD-RW e DVD+RW. Ainda há nomes como Dual Layer, Double Layer e tecnologias mais recentes, como HD-DVD e Blu-ray. Afinal, qual a diferença entre cada tipo? Qual escolher? Por que existe tanta variedade? É o que você verá a seguir. 

    Os tipos de DVD

    O DVD (Digital Versatile Disc ou Digital Video Disc) tirou, com merecimento, o lugar das tradicionais fitas VHS em aplicações de vídeo. Com os custos cada vez menores dos gravadores e mídias, agora é a vez dos CDs graváveis e regraváveis (CD-R e CD-RW, respectivamente) perderem parte de seu mercado. O problema é que, ao contrário do que acontece com os CDs, os DVDs possuem vários tipos de mídia. Veja os mais comuns:

    :: DVD-ROM

    O DVD-ROM é o tipo mais comum, pois é usado, por exemplo, para armazenar filmes. Assim como um CD de programa ou de música, já vem com seu conteúdo gravado de fábrica. Não é possível apagar ou regravar dados nesse tipo de DVD.

    :: DVD-RAM

    Este é um tipo de DVD gravável e regravável. Sua principal vantagem em relação aos outros padrões é sua vida útil: um DVD-RAM suporta mais de 100 mil gravações, sendo muito útil para backups (cópias de segurança) periódicos. Além disso, esse tipo de DVD geralmente pode ser usado sem um programa de gravação, como se fosse um HD.

    Os primeiros DVDs do tipo possuíam 2,9 GB de capacidade e ficavam dentro de uma capa protetora, devido a sensibilidade da mídia à sujeira e a marcas de dedo. Versões seguintes surgiram oferecendo capacidade de gravação de 4,7 GB à 9,4 GB, não necessitando mais de tal capa.

    :: DVD-R

    Este tipo é um dos que tem maior aceitação nos mais diversos aparelhos. É a melhor opção para a gravação de filmes, pois é aceito por praticamente todos os DVD-players, com exceção para alguns dos primeiros modelos. O DVD-R, assim como o seu antecessor CD-R, só aceita gravação uma única vez e, após isso, seus dados não podem ser apagados. Sua capacidade de armazenamento padrão é de 4,7 GB.

    :: DVD+R

    Este tipo é equivalente ao DVD-R, inclusive na capacidade de armazenamento, que é de 4,7 GB. O DVD+R também só pode ser gravado uma única vez e não permite a eliminação de seus dados. O que o DVD-R tem de diferente do DVD+R, então? Pouca coisa, sendo a principal diferença o fato dos dados gravados em um DVD+R serem mais rapidamente acessados do que em um DVD-R, característica proveniente do processo de fabricação deste último, que é ligeiramente distinto. Mesmo assim, essa diferença no acesso aos dados é pouco perceptível, pelo menos é o que acusou os testes feitos aqui no InfoWester.

    :: DVD-RW

    O DVD-RW é equivalente ao CD-RW, pois permite a gravação e a regravação de dados. A grande maioria dos DVD-players recentes são totalmente compatíveis com DVD-RW, mas exigem que a mídia esteja fechada para executar filmes. Mídia “aberta” significa que você pode inserir dados de maneira gradativa, como em um disquete. Porém, se você fechá-la (isso é feito através do software de gravação), a gravação de novas informações é impossibilitada, sendo necessário formatar o DVD-RW para reutilizá-lo. Assim como seu “irmão” DVD-R, a capacidade de armazenamento padrão do DVD-RW é de 4,7 GB.

    :: DVD+RW

    Este formato tem quase as mesmas características do seu rival DVD-RW, inclusive na capacidade de armazenamento, cujo padrão também é de 4,7 GB. No DVD+RW também é necessário fechar a mídia para a execução de filmes em DVD-players. Na prática, sua diferença em relação ao DVD-RW está na velocidade de gravação ligeiramente maior e na possibilidade de uso de tecnologias como “Lossless linking” e “Mount Rainier” que permitem, respectivamente, interromper uma gravação sem causar erros e alterar dados de apenas um setor sem necessidade de formatar o disco.

    Dual Layer e Double Layer

    Se você acha que 4,7 GB de capacidade em um disco como o DVD é muita coisa, saiba que é possível ter quase o dobro com tecnologias como Dual Layer e Double Layer.

    Um DVD que tenha Dual Layer (também conhecido como DVD-9) é capaz de armazenar 8,5 GB de dados por padrão. Isso é possível graças à aplicação de duas camadas de dados em um único lado da mídia. Para isso, uma camada é feita de um material que dá efeito de “semi-transparência”, permitindo que o laser do aparelho consiga acessar a segunda camada “atravessando” a primeira.

    Até o fechamento deste artigo, a tecnologia Dual Layer estava disponível apenas em DVDs graváveis, isto é, em DVD-R e em DVD+R. Havia rumores de que o mesmo aconteceria com mídias regraváveis (DVD-RW e DVD+RW), mas nada havia sido confirmado até então.

    E a tecnologia Double Layer? Há quem pense que mídias Double Layer são aquelas que permitem gravação em ambos os lados do DVD. Porém, isso é um engano. Mídias assim são denominadas “double side” ou “face dupla”.

    A tecnologia Double Layer é, na verdade, equivalente ao padrão Dual Layer. O que acontece é que o primeiro tipo é a denominação padrão do DVD-R que possui tal tecnologia (também chamados de DVD-R DL). O segundo, por sua vez, é aplicado em mídias DVD+R. Você vai entender o motivo dessa duplicidade no próximo tópico.

    DVD Forum X DVD Alliance

    Agora que você já conhece os tipos de DVDs mais importantes, deve estar querendo saber o motivo de tamanha variedade. A resposta, em poucas palavras, está em uma disputa entre duas entidades: DVD Forum e DVD+RW Alliance.

    O consórcio DVD Forum é formado por gigantes como Time Warner, Pionner e Toshiba para apoiar as especificações dos padrões DVD-ROM, DVD-RAM, DVD-R e DVD-RW. Por sua vez, o consórcio DVD+RW Alliance (ou DVD Alliance) foi constituído inicialmente por empresas como Dell, HP e Sony para apoiar outros padrões de DVD, cuja diferenciação é feita pelo sinal de positivo nos nomes (DVD+R e DVD+RW) e pelo uso do termo “Double Layer” nas mídias com duas camadas.

    O DVD Forum detém os direitos sobre o logotipo (visto abaixo) da tecnologia DVD, razão pela qual os fabricantes de DVD+R e DVD+RW não inserem essa imagem nas embalagens de tais produtos. Todavia, algumas dessas empresas exibem um logotipo com os dizeres RW em tais mídias, mesmo naquelas que são somente graváveis (DVD+R), o que pode gerar confusão.

    Os dois grupos começaram a disputar mercado, cada qual defendendo seus formatos. Isso fez com que alguns fabricantes disponibilizassem gravadores de DVDs compatíveis apenas com DVD-R/RW e outros o fizessem somente para os formatos DVD+R/RW.

    Quem venceu essa disputa? Ninguém. Todos os padrões oferecidos acabaram sendo bem aceitos. Eis a razão da existência de tantos formatos. Como as empresas não demoraram a se dar conta disso, é cada vez mais comum encontrar gravadores de DVD compatíveis com todos os formatos (o que fez com que a maior parte de tais companhias apoiasse os dois consórcios). Para evitar problemas de incompatibilidade, é recomendável adquirir esse tipo de aparelho.

    Outros tipos

    Há outras tecnologias que são semelhantes ao DVD no mercado. Por exemplo, a Sony utiliza uma mídia denominada UMD (Universal Media Disc) em seu console PSP (PlayStation Portable). Porém, há dois padrões que merecem destaque porque podem ser os substitutos do DVD de maneira definitiva: o HD DVD e o Blu-Ray. Abaixo, uma descrição breve de ambas as tecnologias:

    :: HD-DVD

    O HD-DVD (High Definition Digital Versatile Disc) foi desenvolvido graças ao trabalho conjunto de várias empresas, entre elas Toshiba e Microsoft. Sua capacidade padrão de armazenamento de dados é de 15 GB (ou 4 horas de vídeo em alta definição) ou 30 GB, no caso de mídias com duas camadas. Como o próprio nome indica, seu uso é apropriado para aplicações de vídeo com alta qualidade de imagem.

    A tecnologia HD-DVD é tido como um dos possíveis sucessores do DVD pelos seguintes motivos:

    - É aprovado pelo consórcio DVD Forum;
    - A estrutura de um HD-DVD é semelhante ao de um DVD convencional, inclusive na espessura da camada de gravação, que é de 0,6 mm, barateando os custos de fabricação;
    - O HD-DVD tem melhor proteção contra cópias, para a alegria de Hollywood.

    :: Blu-Ray

    A tecnologia Blu-ray foi desenvolvida pela Blu-ray Disc Association (DBA), entidade formada por empresas como LG, Pionner, Sony, Samsung, Dell e HP. Assim como o HD-DVD, tem grande potencial para ser o substituto natural do DVD. Seu principal diferencial é sua capacidade de armazenamento de dados: 25 GB em uma única camada, equivalente a 6 horas de vídeo em alta definição.

    O nome dessa tecnologia é oriundo de seu laser de 405 nanômetros (o DVD utiliza laser de 650 nanômetros, aproximadamente) de cor violeta, que permite gravar mais dados em uma mídia do mesmo tamanho de um CD, já que o feixe é mais fino. A denominação “Blu-ray” faz referência ao termo “raio azul”. Na verdade, azul em inglês é blue, mas a letra “e” foi retirada do nome porque em alguns países a expressão “blue ray” é comumente usada, sendo proibido registrá-la.

    Finalizando

    Como nenhum tipo de DVD possui características fortemente negativas, o melhor é ter um aparelho compatível tanto com DVD-ROM, DVD-RAM, DVD-R e DVD-RW, quanto com DVD+R e DVD+RW, pois até no preço essas mídias são parecidas. No entanto, para aparelhos mais antigos, talvez seja melhor priorizar o DVD-R/RW, pela chance da compatibilidade ser maior.Se você deseja saber mais sobre DVD, as seguintes referências para este artigo são recomendáveis:

    - DVD Forum;
    - DVD+RW Alliance;
    - Wikipedia.

    Fonte: infowester.com

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