Post em destaque: Como funciona o mouse óptico.
RSS .92| RSS 2.0| ATOM 0.3
  • Home
  • Arquivos do blog
  • Sobre o blog
  •  

    Criando arquivos PDF com o PDFCreator

    Postado por eltonfranca em 15 de junho de 2008
    O PDFCreator é um programa gratuito para a criação de arquivos PDF que funciona instalando uma impressora virtual no seu sistema, para assim gerar os arquivos em PDF.

    O formato PDF é um dos formatos padrão para distribuição de textos na web, não só pela praticidade de ser um arquivo compacto, com texto e imagens integrados, com opção de ser pesquisável ou não, mas também por permitir um nível a mais de segurança para os escritores, pois aceita edição de permissões.

    O programa original para criação de PDF é o Acrobat, que pode chegar a custar mais de 350 dólares, aprenda agora como converter seus arquivos para pdf de forma gratuita com o PDF Creator, os passos são bem simples:

    1. Faça o download do PDFCreator  PDFCreator 0.9.3

    2. Instale o arquivo baixado, basta seguir as telas confirmando, aceitar a licença, o programa de instalação vai ainda perguntar se você quer instalar uma versão server (caso você vá instalar em um computador que seja servidor de rede) ou padrão.

    3. Depois de finalizada a instalação vai existir no seu sistema uma impressora a mais, é, na verdade, uma impressora virtual, para onde você deverá mandar os arquivos que serão ser convertidos.

    4. Abra um arquivo no Word, por exemplo, e clique Ctrl + P, para escolher a impressora.

    5. Escolha a impressora PDFCreator e clique OK.

    6. Em seguida aparece uma tela onde você pode inserir algumas informações sobre seu trabalho: Título do documento, data de Criação, Data de Modificação. autor, assunto e Palavras-chave.

    7. Modifique algumas das opções em Options, ou caso queira conversão padrão clique direto em Save.

    8. Escolha o local para salvar o arquivo e confirme.

    9. Espere a tela de criação sumir.

    10. Abra seu trabalho e confira o resultado.

    Blu-ray e HD-DVD: diferenças e vantagens.

    Postado por eltonfranca em 17 de julho de 2007
    Após dois anos de especulações sobre o “novo” padrão de DVD, finalmente o consumidor brasileiro pode começar a pensar em investir em cinema caseiro de alta definição. As fabricantes anunciaram oficialmente os produtos voltados ao Blu-ray e HD-DVD, que são os formatos concorrentes que tendem a substituir o atual DVD em um futuro não muito distante, mas que ninguém ainda arrisca dizer quando.

    A grande questão é se vale a pena comprar um aparelho novo. Nomenclaturas técnicas à parte, quais são as diferenças práticas entre um formato e outro? O ganho de qualidade é mesmo superior ao atual DVD? Vamos tentar entender um pouco. Afinal, falamos de um investimento médio de R$ 3.000, mais do que valem muitos computadores potentes de hoje.

    De onde surgiu o nome de batismo desses dois formatos? Simples. O “HD” de HD-DVD significa apenas High Definition. E o Blu-ray (que no início era chamado de Blue-ray) é porque o feixe de laser para ler e gravar os dados tem coloração azul (blue). No DVD convencional, o laser é vermelho.

    Formatos diferentes
    A principal diferença entre os formatos é a capacidade de armazenamento, com vantagem para o Blu-ray, que armazena 25 GB em discos de uma camada (50 GB em duas camadas), contra 15 GB do HD-DVD de uma camada (30 GB em duas camadas). Por conta do maior espaço disponível, setores da indústria acreditam que o Blu-ray tenha preferência maior em aplicações de informática (software, games, backup) em contrapartida aos filmes.

    As capacidades diferentes ocorrem por conta da diferença no método de gravação dos dados. Mas as diferenças técnicas entre os dois formatos quase não existem. O HD-DVD tem como empresa líder a Toshiba, com suporte da Microsoft, Sanyo, NEC e estúdios de Hollywood como New Line e Universal. O Blu-ray, da Sony, tem parcerias com Apple, Panasonic, Philips, Samsung, Sharp e outros estúdios de cinema.

    No final das contas, toda essa briga entre Blu-ray e HD-DVD só interessa às fabricantes, e não ao consumidor. Ao adquirir um determinado produto, você poderá em breve se deparar com um aparelho obsoleto e sem suporte. É uma aposta.

    Aos poucos, chegam ao mercado internacional aparelhos que reproduzem ambos os formatos, mas o preço ainda está além da realidade da maioria dos consumidores. Mesmo assim, fica a pergunta: qual o sentido de um aparelho para dois formatos se, talvez, um deles não sobreviva?

    As fabricantes não se importam. Os primeiros notebooks com drives HD-DVD e Blu-ray já começaram a ser vendidos. No Brasil, Sony e Toshiba também iniciaram as vendas dos aparelhos —apesar de quase não haver títulos disponíveis no mercado local. O trunfo para o consumidor é a vantagem da alta definição. Mas será que é verdade?

    Fonte: UOL Tecnologia

    This blog contributes to the web with Nofollow Reciprocity.