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    Como identificar problemas com portas USBs internas e externas

    Postado por eltonfranca em 26 de setembro de 2008

    Dúvida do leitor Thiago Prado, recebida por e-mail

    Tenho um problema no meu computador em relação à USB. Ele reconhece imediatamente depois de conectado ao computador, qualquer tipo de aparelho USB, porém, deixa de reconhecer depois de algum tempo. É necessário reiniciar o computador para poder usar o equipamento USB novamente. O caso do meu mouse é um caso à parte, já que quando eu ligo o mouse serial, ele o reconhece. Em seguida coloco o outro mouse (USB) e assim fica; raramente o mouse pára de funcionar. Alguma idéia ou sugestão?

    Resposta: Comportamento errático da USB normalmente está relacionado com problemas de energia e alimentação das portas USBs e, infelizmente, você não citou se as USBs usadas são internas ou em um HUB USB.

    Hubs USB podem ser ligados à energia para prover força extra para os periféricos. Muitas vezes, após ligar o primeiro dispositivo, este usa toda a energia existente, o que impede os demais de funcionarem corretamente, quando não funcionam mesmo.

    Procure ligar um dispositivo por vez ao HUB USB e veja se ele funciona corretamente. Se quiser ir além neste seu teste, conecte um segundo equipamento a outra porta do HUB que esteja disponível e verifique seu funcionamento.

    Leia também:
    > Por que as portas USBs de portáteis às vezes não funcionam?
    > Saiba o que são dispositivos USB 2.0? 
    > Cuidado para não sobrecarregar suas portas USBs
    > Porta USB funciona e o pendrive não; por quê?
    > Remova dispositivos USBs do PC com segurança.

    Caso ele não funcione, é provável que o dispositivo que tiver sido conectado antes dele seja o devorador de energia. Nesse caso, prefira conectá-lo diretamente a uma porta USB interna e usar o HUB para conectar equipamentos de baixo consumo.

    Pode ser, também, que uma ou outra porta do HUB esteja com defeito. Para verificar se esse é o seu caso, conecte um equipamento que saiba que funciona corretamente a cada uma das portas do seu HUB; caso ele não funcione, a porta está com defeito.

    Se as demais estiverem funcionando, identifique a porta com problemas para não correr o risco de usá-la. Ou então pense em trocar o HUB USB, cujos preços começam a partir de 10 reais.

    No caso de USBs internas, ou seja, aquelas que vêm com a placa-mãe, pode-se realizar teste semelhante para identificar uma porta que eventualmente não funcione. Porém, trocá-la é algo mais complicado, já que este componente em geral está soldado à motherboard.

    Fonte: PCWORLD

    Dicas para poupar tempo ao fazer buscas na web

    Postado por Brasildownloads em 17 de setembro de 2008
    Esqueça a biblioteca de Alexandria. A Internet é, sem dúvida, a maior fonte de informações da história. Entretanto, encontrar informação útil nesta caótica e quase infinita estrutura pode ser bastante complicado. Confira dez dicas para não perder tempo e aperfeiçoar suas buscas na rede.

    1- Tenha claro o que procura
    Estar focado no que se busca é básico para que não se perca tempo. Mas se existe algo que inclina à divagação e à dispersão é a busca na Internet. Quando estamos procurando, às vezes encontramos coisas que não eram exatamente nosso objetivo, mas que se tornam interessantes. Então, vamos olhar, e acabamos perdendo o caminho. Portanto, ao iniciar uma busca, tenha um objetivo bem definido em mente. Por exemplo, saber “qual o nome dos sete anões da Branca de Neve em espanhol” - e evite perder tempo averiguando quem dubla cada um dos personagens, o ano do filme da Disney, quantas vezes foram exibidas, e assim por diante.

    2- Escolha a ferramenta adequada
    “Ora, o Google”, dirão alguns. Mas ainda que este seja o buscador mais popular, a informação flui por diferentes caminhos. Não se restrinja ao site campeão: outros meios podem ser fóruns, blogs, sites especializados ou até mesmo seus contatos no messenger. Às vezes, o que se procura está a um contato de distância. Preste atenção também a outros mecanismos de buscas - sim, eles existem.

    3- Aprenda a usar a ferramenta
    Ao escolher um buscador, antes de qualquer coisa vale a pensa investir um pouco de tempo para saber exatamente como ele funciona. Se for melhor realizar a busca usando os termos entre aspas, se usa os operadores lógicos “and”, “or” e outros, ou se realiza buscas contextuais em páginas concretas. Todo o tempo gasto em conhecer a ferramenta é tempo que será economizado ao conseguir utilizá-la com objetividade.

    4- Seja claro e objetivo
    Ainda que os mecanismos de buscas vão sendo otimizados para entender a maneira de pensar humana, os humanos também podem conhecer a maneira de raciocinar de uma ferramenta de busca. Por exemplo, para fazer uma busca de várias palavras, é conveniente pensar não apenas em como se procura, mas também em como o programa que gerencia as buscas vai entender o pedido que se faz. Por exemplo, em vez de procurar por “amor e poesia”, frase que tem um “e” que muitas vezes é ignorado pelos buscadores, é melhor buscar “poesia amor” - mais facilmente o programa entenderá que são duas palavras-chave a considerar em seus parâmetros de busca.

    5 - Aprenda a diferenciar à primeira vista
    Ao fazer uma busca, é bom conseguir determinar de cara se os resultados têm algo a ver o que se quer encontrar. Basta olhar as primeiras palavras de cada resultado para saber se foi encontrada informação útil ou simplesmente sites que pouco têm a ver com o que se precisa encontrar. Perca alguns segundos analisando as primeiras linhas dos resultados. Você saberá se está na pista certa.

    6- Use inglês, dicionários e tradutores
    Outras línguas, como espanhol ou português, podem até estar ganhando mais espaço na Internet, mas a realidade é que a imensa maioria das páginas está - ou oferece versão - em inglês. Portanto, se você não encontra em português o que procura, experimente traduzir as palavras-chave para o inglês e fazer nova busca. Se precisar, utilize dicionários ou mesmo os tradutores online para investigar páginas que pareçam interessantes.

    7- Aprenda a buscar indiretamente
    A busca indireta dá resultados ótimos quando parece ser impossível encontrar aquilo que se busca. Trata-se de não atacar diretamente o tema que procuramos, mas buscar algo relacionado com ele. Por exemplo, procurar a letra de uma canção de Elvis Presley da qual não se lembra o nome. Se não se encontra nada a partir de “Elvis Presley”, pode-se experimentar usar um pedaço da letra do qual se recorde (como “kiss me my darling”). Entre os primeiros resultado certamente estará à letra de “It’s now or never”. Isso é aplicável a uma grande variedade de temas, e é especialmente útil quando o tema principal da busca é muito amplo ou quando, por exemplo, buscamos o nome de uma pessoa, já que pode haver muito mais gente com tal nome do que se imagina.

    8- Imagens
    A busca de imagens é especialmente complicada, e para conseguir os melhores resultados, além de usar dicas anteriores (busca indireta, tradução para outras línguas), não use apenas a busca de imagens do Google, por exemplo. Procure também por sites que possam conter as imagens que você quer, e aproveite outros buscadores - inclusive específicos para imagens.

    9- A Wikipédia é amiga
    Se a procura é por um termo popular, é quase certo que já exista na Wikipédia. A enciclopédia global online colaborativa tem informação de qualidade. Não se perde muito tempo em consultá-la, mas pode-se economizar tempo ao encontrar lá o que se procura e, muitas vezes, outras referências sobre o assunto permitem que se tenha mais fontes de informação.

    10- Experiência é a principal aliada
    Na busca via Internet a experiência não é um grau, são 360. À medida que fizer buscas, você aprenderá a discriminar melhor, vai adicionar aos seus sites favoritos outros buscadores especializados, que funcionem melhor para determinados assuntos, e aprenderá também a pensar mais como uma ferramenta de busca, porque as entenderá melhor. Ou seja: busque e aprenda com as buscas que faz. Em pouco tempo você se tornará uma ferramenta indispensável para outras pessoas que não vão precisar de um buscador: elas terão você.

    Por que as teclas do teclado nao estao em ordem alfabetica?

    Postado por eltonfranca em 5 de setembro de 2008

    A distribuição das teclas nos teclados já despertou a dúvida de muita gente: Por que as letras não estão em ordem alfabética? Qual o critério utilizado?

    Na verdade, a ordem das letras no teclado é apenas uma cópia do padrão da máquina de escrever, criada e patenteada pelo inventor americano Christopher Scholes. Com o intuito de organizar as teclas aproximando os pares de letras mais usados na língua inglesa, Scholes aperfeiçoou a idéia de James Densmore, seu parceiro comercial, e criou o teclado QWERTY, nome dado devido à disposição das primeiras seis teclas.

    A partir daí, o padrão desenvolvido pelo americano se tornou bastante popular em todo o mundo, tendo sido incorporado na grande maioria dos teclados de computadores. No Brasil, cerca de 99% dos teclados estão no padrão QWERTY. Ao longo do tempo, outras configurações também foram criadas, como o padrão Dvorak, criado por August Dvorak e William Dealey em 1936, porém nenhum outro se tornou tão popular como o padrão desenvolvido por Scholes.

    Fonte: Canais de TV

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