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    Tipos de DVD - Qual devo escolher?

    Postado por eltonfranca em 28 de abril de 2007

    Ao comprar um gravador de DVD ou mídias de DVD para gravação, muita gente fica confusa com tanta variedade: DVD-RAM, DVD-ROM, DVD-R, DVD+R, DVD-RW e DVD+RW. Ainda há nomes como Dual Layer, Double Layer e tecnologias mais recentes, como HD-DVD e Blu-ray. Afinal, qual a diferença entre cada tipo? Qual escolher? Por que existe tanta variedade? É o que você verá a seguir. 

    Os tipos de DVD

    O DVD (Digital Versatile Disc ou Digital Video Disc) tirou, com merecimento, o lugar das tradicionais fitas VHS em aplicações de vídeo. Com os custos cada vez menores dos gravadores e mídias, agora é a vez dos CDs graváveis e regraváveis (CD-R e CD-RW, respectivamente) perderem parte de seu mercado. O problema é que, ao contrário do que acontece com os CDs, os DVDs possuem vários tipos de mídia. Veja os mais comuns:

    :: DVD-ROM

    O DVD-ROM é o tipo mais comum, pois é usado, por exemplo, para armazenar filmes. Assim como um CD de programa ou de música, já vem com seu conteúdo gravado de fábrica. Não é possível apagar ou regravar dados nesse tipo de DVD.

    :: DVD-RAM

    Este é um tipo de DVD gravável e regravável. Sua principal vantagem em relação aos outros padrões é sua vida útil: um DVD-RAM suporta mais de 100 mil gravações, sendo muito útil para backups (cópias de segurança) periódicos. Além disso, esse tipo de DVD geralmente pode ser usado sem um programa de gravação, como se fosse um HD.

    Os primeiros DVDs do tipo possuíam 2,9 GB de capacidade e ficavam dentro de uma capa protetora, devido a sensibilidade da mídia à sujeira e a marcas de dedo. Versões seguintes surgiram oferecendo capacidade de gravação de 4,7 GB à 9,4 GB, não necessitando mais de tal capa.

    :: DVD-R

    Este tipo é um dos que tem maior aceitação nos mais diversos aparelhos. É a melhor opção para a gravação de filmes, pois é aceito por praticamente todos os DVD-players, com exceção para alguns dos primeiros modelos. O DVD-R, assim como o seu antecessor CD-R, só aceita gravação uma única vez e, após isso, seus dados não podem ser apagados. Sua capacidade de armazenamento padrão é de 4,7 GB.

    :: DVD+R

    Este tipo é equivalente ao DVD-R, inclusive na capacidade de armazenamento, que é de 4,7 GB. O DVD+R também só pode ser gravado uma única vez e não permite a eliminação de seus dados. O que o DVD-R tem de diferente do DVD+R, então? Pouca coisa, sendo a principal diferença o fato dos dados gravados em um DVD+R serem mais rapidamente acessados do que em um DVD-R, característica proveniente do processo de fabricação deste último, que é ligeiramente distinto. Mesmo assim, essa diferença no acesso aos dados é pouco perceptível, pelo menos é o que acusou os testes feitos aqui no InfoWester.

    :: DVD-RW

    O DVD-RW é equivalente ao CD-RW, pois permite a gravação e a regravação de dados. A grande maioria dos DVD-players recentes são totalmente compatíveis com DVD-RW, mas exigem que a mídia esteja fechada para executar filmes. Mídia “aberta” significa que você pode inserir dados de maneira gradativa, como em um disquete. Porém, se você fechá-la (isso é feito através do software de gravação), a gravação de novas informações é impossibilitada, sendo necessário formatar o DVD-RW para reutilizá-lo. Assim como seu “irmão” DVD-R, a capacidade de armazenamento padrão do DVD-RW é de 4,7 GB.

    :: DVD+RW

    Este formato tem quase as mesmas características do seu rival DVD-RW, inclusive na capacidade de armazenamento, cujo padrão também é de 4,7 GB. No DVD+RW também é necessário fechar a mídia para a execução de filmes em DVD-players. Na prática, sua diferença em relação ao DVD-RW está na velocidade de gravação ligeiramente maior e na possibilidade de uso de tecnologias como “Lossless linking” e “Mount Rainier” que permitem, respectivamente, interromper uma gravação sem causar erros e alterar dados de apenas um setor sem necessidade de formatar o disco.

    Dual Layer e Double Layer

    Se você acha que 4,7 GB de capacidade em um disco como o DVD é muita coisa, saiba que é possível ter quase o dobro com tecnologias como Dual Layer e Double Layer.

    Um DVD que tenha Dual Layer (também conhecido como DVD-9) é capaz de armazenar 8,5 GB de dados por padrão. Isso é possível graças à aplicação de duas camadas de dados em um único lado da mídia. Para isso, uma camada é feita de um material que dá efeito de “semi-transparência”, permitindo que o laser do aparelho consiga acessar a segunda camada “atravessando” a primeira.

    Até o fechamento deste artigo, a tecnologia Dual Layer estava disponível apenas em DVDs graváveis, isto é, em DVD-R e em DVD+R. Havia rumores de que o mesmo aconteceria com mídias regraváveis (DVD-RW e DVD+RW), mas nada havia sido confirmado até então.

    E a tecnologia Double Layer? Há quem pense que mídias Double Layer são aquelas que permitem gravação em ambos os lados do DVD. Porém, isso é um engano. Mídias assim são denominadas “double side” ou “face dupla”.

    A tecnologia Double Layer é, na verdade, equivalente ao padrão Dual Layer. O que acontece é que o primeiro tipo é a denominação padrão do DVD-R que possui tal tecnologia (também chamados de DVD-R DL). O segundo, por sua vez, é aplicado em mídias DVD+R. Você vai entender o motivo dessa duplicidade no próximo tópico.

    DVD Forum X DVD Alliance

    Agora que você já conhece os tipos de DVDs mais importantes, deve estar querendo saber o motivo de tamanha variedade. A resposta, em poucas palavras, está em uma disputa entre duas entidades: DVD Forum e DVD+RW Alliance.

    O consórcio DVD Forum é formado por gigantes como Time Warner, Pionner e Toshiba para apoiar as especificações dos padrões DVD-ROM, DVD-RAM, DVD-R e DVD-RW. Por sua vez, o consórcio DVD+RW Alliance (ou DVD Alliance) foi constituído inicialmente por empresas como Dell, HP e Sony para apoiar outros padrões de DVD, cuja diferenciação é feita pelo sinal de positivo nos nomes (DVD+R e DVD+RW) e pelo uso do termo “Double Layer” nas mídias com duas camadas.

    O DVD Forum detém os direitos sobre o logotipo (visto abaixo) da tecnologia DVD, razão pela qual os fabricantes de DVD+R e DVD+RW não inserem essa imagem nas embalagens de tais produtos. Todavia, algumas dessas empresas exibem um logotipo com os dizeres RW em tais mídias, mesmo naquelas que são somente graváveis (DVD+R), o que pode gerar confusão.

    Os dois grupos começaram a disputar mercado, cada qual defendendo seus formatos. Isso fez com que alguns fabricantes disponibilizassem gravadores de DVDs compatíveis apenas com DVD-R/RW e outros o fizessem somente para os formatos DVD+R/RW.

    Quem venceu essa disputa? Ninguém. Todos os padrões oferecidos acabaram sendo bem aceitos. Eis a razão da existência de tantos formatos. Como as empresas não demoraram a se dar conta disso, é cada vez mais comum encontrar gravadores de DVD compatíveis com todos os formatos (o que fez com que a maior parte de tais companhias apoiasse os dois consórcios). Para evitar problemas de incompatibilidade, é recomendável adquirir esse tipo de aparelho.

    Outros tipos

    Há outras tecnologias que são semelhantes ao DVD no mercado. Por exemplo, a Sony utiliza uma mídia denominada UMD (Universal Media Disc) em seu console PSP (PlayStation Portable). Porém, há dois padrões que merecem destaque porque podem ser os substitutos do DVD de maneira definitiva: o HD DVD e o Blu-Ray. Abaixo, uma descrição breve de ambas as tecnologias:

    :: HD-DVD

    O HD-DVD (High Definition Digital Versatile Disc) foi desenvolvido graças ao trabalho conjunto de várias empresas, entre elas Toshiba e Microsoft. Sua capacidade padrão de armazenamento de dados é de 15 GB (ou 4 horas de vídeo em alta definição) ou 30 GB, no caso de mídias com duas camadas. Como o próprio nome indica, seu uso é apropriado para aplicações de vídeo com alta qualidade de imagem.

    A tecnologia HD-DVD é tido como um dos possíveis sucessores do DVD pelos seguintes motivos:

    - É aprovado pelo consórcio DVD Forum;
    - A estrutura de um HD-DVD é semelhante ao de um DVD convencional, inclusive na espessura da camada de gravação, que é de 0,6 mm, barateando os custos de fabricação;
    - O HD-DVD tem melhor proteção contra cópias, para a alegria de Hollywood.

    :: Blu-Ray

    A tecnologia Blu-ray foi desenvolvida pela Blu-ray Disc Association (DBA), entidade formada por empresas como LG, Pionner, Sony, Samsung, Dell e HP. Assim como o HD-DVD, tem grande potencial para ser o substituto natural do DVD. Seu principal diferencial é sua capacidade de armazenamento de dados: 25 GB em uma única camada, equivalente a 6 horas de vídeo em alta definição.

    O nome dessa tecnologia é oriundo de seu laser de 405 nanômetros (o DVD utiliza laser de 650 nanômetros, aproximadamente) de cor violeta, que permite gravar mais dados em uma mídia do mesmo tamanho de um CD, já que o feixe é mais fino. A denominação “Blu-ray” faz referência ao termo “raio azul”. Na verdade, azul em inglês é blue, mas a letra “e” foi retirada do nome porque em alguns países a expressão “blue ray” é comumente usada, sendo proibido registrá-la.

    Finalizando

    Como nenhum tipo de DVD possui características fortemente negativas, o melhor é ter um aparelho compatível tanto com DVD-ROM, DVD-RAM, DVD-R e DVD-RW, quanto com DVD+R e DVD+RW, pois até no preço essas mídias são parecidas. No entanto, para aparelhos mais antigos, talvez seja melhor priorizar o DVD-R/RW, pela chance da compatibilidade ser maior.Se você deseja saber mais sobre DVD, as seguintes referências para este artigo são recomendáveis:

    - DVD Forum;
    - DVD+RW Alliance;
    - Wikipedia.

    Fonte: infowester.com

    Firewall - Conceitos e tipos

    Postado por eltonfranca em 28 de abril de 2007

    Firewall é um quesito de segurança com cada vez mais importância no mundo da computação. À medida que o uso de informações e sistemas é cada vez maior, a proteção destes requer a aplicação de ferramentas e conceitos de segurança eficientes. O firewall é uma opção praticamente imprescindível. Este artigo mostrará o que é firewall, seus tipos, modos de funcionamento e o porquê de usá-lo em seu computador.

    O que é firewall

    Firewall pode ser definidido como uma barreira de proteção, que controla o tráfego de dados entre seu computador e a Internet (ou entre a rede onde seu computador está instalado e a Internet). Seu objetivo é permitir somente a transmissão e a recepção de dados autorizados. Existem firewalls baseados na combinação de hardware e software e firewalls baseados somente em software. Este último é o tipo recomendado ao uso doméstico e também é o mais comum.

    Explicando de maneira mais precisa, o firewall é um mecanismo que atua como “defesa” de um computador ou de uma rede, controlando o acesso ao sistema por meio de regras e a filtragem de dados. A vantagem do uso de firewalls em redes, é que somente um computador pode atuar como firewall, não sendo necessário instalá-lo em cada máquina conectada.

    Como o firewall funciona

    Há mais de uma forma de funcionamento de um firewall, que varia de acordo com o sistema, aplicação ou do desenvolvedor do programa. No entanto, existem dois tipos básicos de conceitos de firewalls: o que é baseado em filtragem de pacotes e o que é baseado em controle de aplicações. Ambos não devem ser comparados para se saber qual o melhor, uma vez que cada um trabalha para um determinado fim, fazendo que a comparação não seja aplicável. Conheça cada tipo a seguir.

    Filtragem de pacotes

    O firewall que trabalha na filtragem de pacotes é muito utilizado em redes pequenas ou de porte médio. Por meio de um conjunto de regras estabelecidas, esse tipo de firewall determina que endereços IPs e dados podem estabelecer comunicação e/ou transmitir/receber dados. Alguns sistemas ou serviços podem ser liberados completamente (por exemplo, o serviço de e-mail da rede), enquanto outros são bloqueados por padrão, por terem riscos elevados (como softwares de mensangens instantâneas, tal como o ICQ). O grande problema desse tipo de firewall, é que as regras aplicadas podem ser muito complexas e causar perda de desempenho da rede ou não serem eficazes o suficiente.

    Este tipo, se restringe a trabalhar nas camadas TCP/IP, decidindo quais pacotes de dados podem passar e quais não. Tais escolhas são regras baseadas nas informações endereço IP remoto, endereço IP do destinatário, além da porta TCP usada.

    Quando devidamente configurado, esse tipo de firewall permite que somente “computadores conhecidos troquem determinadas informações entre si e tenham acesso a determinados recursos”. Um firewall assim, também é capaz de analisar informações sobre a conexão e notar alterações suspeitas, além de ter a capacidade de analisar o conteúdo dos pacotes, o que permite um controle ainda maior do que pode ou não ser acessível.

    Firewall de aplicação

    Firewalls de controle de aplicação (exemplos de aplicação: SMTP, FTP, HTTP, etc) são instalados geralmente em computadores servidores e são conhecidos como proxy. Este tipo não permite comunicação direto entre a rede e a Internet. Tudo deve passar pelo firewall, que atua como um intermediador. O proxy efetua a comunicação entre ambos os lados por meio da avaliação do número da sessão TCP dos pacotes.

    Este tipo de firewall é mais complexo, porém muito seguro, pois todas as aplicações precisam de um proxy. Caso não haja, a aplicação simplesmente não funciona. Em casos assim, uma solução é criar um “proxy genérico”, através de uma configuração que informa que determinadas aplicações usarão certas portas. Essa tarefa só é bem realizada por adminstradores de rede ou profissionais de comunicação qualificados.

    O firewall de aplicação permite um acompanhamento mais preciso do tráfego entre a rede e a Internet (ou entre a rede e outra rede). É possível, inclusive, contar com recursos de log e ferramentas de auditoria. Tais características deixam claro que este tipo de firewall é voltado a redes de porte médio ou grande e que sua configuração exige certa experiência no assunto.

    Razões para utilizar um firewall

    A seguir são citadas as 3 principais razões (segundo o InfoWester) para se usar um firewall:

    1 - o firewall pode ser usado para ajudar a impedir que sua rede ou seu computador seja acessado sem autorização. Assim, é possível evitar que informações sejam capturadas ou que sistemas tenham seu funcionamento prejudicado pela ação de hackers;

    2 - o firewall é um grande aliado no combate a vírus e cavalos-de-tróia, uma vez que é capaz de bloquear portas que eventualmente sejam usadas pelas “pragas digitais” ou então bloquear acesso a programas não autorizados;

    3 - em redes corporativas, é possível evitar que os usuários acessem serviços ou sistemas indevidos, além de ter o controle sobre as ações realizadas na rede, sendo possível até mesmo descobrir quais usuários as efetuaram.

    Firewalls existentes

    Existe uma quantidade grande de soluções de firewall disponível. Para usuários domésticos que usam o sistema operacional Windows, um dos mais conhecidos é o ZoneAlarm (www.zonealarm.com), que dispõe de uma versão gratuita e outra paga, com mais recursos. Em ambos os casos, é possível utilizar configurações pré-definidas, que oferecem bons níveis de segurança, sem que para tanto, o usuário necessite ter muito conhecimento no assunto. Vale citar que o Windows XP já vem com um firewall, que apesar de não ser tão eficiente, é um bom aliado na segurança. Para ativá-lo, vá em Iniciar / Configurações / Conexões de Rede / Conexão Local / Propriedades / Avançado e habilite o item Firewall de Conexão com a Internet.

    Usuários de Linux podem contar com a ferramenta IPTables (www.iptables.org), inclusive para trabalhar na rede. No entanto, este firewall é mais complexo e exige algum conhecimento do assunto. Mas assim como existem várias opções para o Windows, para Linux ocorre o mesmo.

    Finalizando

    Este artigo foi escrito no intuito de explicar o que é e de maneira básica, como trabalha o firewall. Sua importância é cada vez maior, não somente para o uso em redes, mas também para o uso doméstico. Portanto, se decidir usar um firewall em seu computador, procure por soluções conhecidas para seu sistema operacional. Existem muitas que são gratuitas, contam com configurações pré-definidas que exigem pouco conhecimento e não consomem muitos recursos do computador (assim como existem outras, que exigem experiência no assunto). Para administradores de rede, obviamente, o uso de firewall é tido como uma obrigação.

    Fonte: infowester.com

    Diferencas entre Hub, Switch e Roteador

    Postado por eltonfranca em 28 de abril de 2007

    Muita gente sabe que hub, switch e roteador são nomes dados a equipamentos que possibilitam a conexão de computadores em redes. Porém, dessas pessoas, muitas não sabem exatamente a diferença entre esses dispositivos. Este artigo explicará o que cada equipamento faz e indicará quando usar cada um. 

    Hub

    O hub é um dispositivo que tem a função de interligar os computadores de uma rede local. Sua forma de trabalho é a mais simples se comparado ao switch e ao roteador: o hub recebe dados vindos de um computador e os transmite às outras máquinas. No momento em que isso ocorre, nenhum outro computador consegue enviar sinal. Sua liberação acontece após o sinal anterior ter sido completamente distribuído. 

    Em um hub é possível ter várias portas, ou seja, entradas para conectar o cabo de rede de cada computador. Geralmente, há aparelhos com 8, 16, 24 e 32 portas. A quantidade varia de acordo com o modelo e o fabricante do equipamento. 

    Caso o cabo de uma máquina seja desconectado ou apresente algum defeito, a rede não deixa de funcionar, pois é o hub que a “sustenta”. Também é possível adicionar um outro hub ao já existente. Por exemplo, nos casos em que um hub tem 8 portas e outro com igual quantidade de entradas foi adquirido para a mesma rede. 

    Hubs são adequados para redes pequenas e/ou domésticas. Havendo poucos computadores é muito pouco provável que surja algum problema de desempenho. 

    Switch

    O switch é um aparelho muito semelhante ao hub, mas tem uma grande diferença: os dados vindos do computador de origem somente são repassados ao computador de destino. Isso porque os switchs criam uma espécie de canal de comunicação exclusiva entre a origem e o destino. Dessa forma, a rede não fica “presa” a um único computador no envio de informações. Isso aumenta o desempenho da rede já que a comunicação está sempre disponível, exceto quando dois ou mais computadores tentam enviar dados simultaneamente à mesma máquina. Essa característica também diminui a ocorrência de erros (colisões de pacotes, por exemplo). 

    Assim como no hub, é possível ter várias portas em um switch e a quantidade varia da mesma forma. 

    O hub está cada vez mais em desuso. Isso porque existe um dispositivo chamado “hub switch” que possui preço parecido com o de um hub convencional. Trata-se de um tipo de switch econômico, geralmente usado para redes com até 24 computadores. Para redes maiores mas que não necessitam de um roteador, os switchs são mais indicados. 

    Roteadores

    O roteador (ou router) é um equipamento utilizado em redes de maior porte. Ele é mais “inteligente” que o switch, pois além de poder fazer a mesma função deste, também tem a capacidade de escolher a melhor rota que um determinado pacote de dados deve seguir para chegar em seu destino. É como se a rede fosse uma cidade grande e o roteador escolhesse os caminhos mais curtos e menos congestionados. Daí o nome de roteador. 

    Existem basicamente dois tipos de roteadores: 

    Estáticos

    Este tipo é mais barato e é focado em escolher sempre o menor caminho para os dados, sem considerar se aquele caminho tem ou não congestionamento; 

    Dinâmicos

    Este é mais sofisticado (e conseqüentemente mais caro) e considera se há ou não congestionamento na rede. Ele trabalha para fazer o caminho mais rápido, mesmo que seja o caminho mais longo. De nada adianta utilizar o menor caminho se esse estiver congestionado. Muitos dos roteadores dinâmicos são capazes de fazer compressão de dados para elevar a taxa de transferência. 

    Os roteadores são capazes de interligar várias redes e geralmente trabalham em conjunto com hubs e switchs. Ainda, podem ser dotados de recursos extras, como firewall, por exemplo. 

    Finalizando

    Mesmo para quem quer montar um rede pequena, conectando, por exemplo, três computadores, o uso de “hubs switch” se mostra cada vez mais viável. Isso porque o preço desses equipamentos estão praticamente equivalentes aos dos hubs. Ainda, se você for compartilhar internet em banda larga, um hub switch pode proporcionar maior estabilidade às conexões. 

    Uma dica importante: ao procurar hubs, switchs ou até mesmo roteadores, dê preferência a equipamentos de marcas conhecidas. Isso pode evitar transtornos no futuro. 

    A utilização de roteadores é voltada a redes de empresas (redes corporativas). Além de serem mais caros (se bem que é possível até mesmo usar um PC com duas placas de rede como roteador), tais dispositivos também são mais complexos de serem manipulados e só devem ser aplicados se há muitos computadores na rede. No entanto, muitos usuários de acesso à internet por ADSL conseguem usar seus modems (se esses equipamentos tiverem esse recurso) como roteador e assim, compartilham a conexão da internet com todos os computadores do local, sem que, para tanto, seja necessário deixar o computador principal ligado. Basta deixar o modem/roteador ativado. 

     

    Fonte: Infowester.com